segunda-feira, 27 de maio de 2013

Sem título!



Sem ideia de titulo ou tema central que me faça seguir uma ordem de pensamento. A chuva não para de cair lá fora, o que trás milhões de pensamentos e ideias bagunçados dentro da minha mente, penso que há tantas pessoas com dificuldades reais e 'botando pra quebrar na vida', e a gente aqui, com nossas míseras preocupações egoístas achando que o mundo vai acabar se não conseguir ir "naquele show", se não "comprar aquele sapato novo", ou se não ver "o último capitulo da novela", e ai me pergunto quanta coisa banal? Não vou mentir aqui e dizer que sou melhor que todo mundo ou diferente de vocês, sem máscara de hipocrisia, também me pego nessas preocupações egoístas e tenho pena de todos nós.

Aquela pessoa na rua com frio, aquela pessoa que não enxerga, aquela pessoa encima de uma cama sem se movimentar, eles tem problemas e encontram motivos pra sorrir e seguir em frente, e nós aqui, se limitando com as bobagens que a própria mídia capitalista nos impõe, quem de nós hoje vive sem o celular? Eu não me imagino mais sem o celular, isso é fato precário, mas pense quantas pessoas vivem sem um prato de comida? Viu só?

Não tô dizendo pra todo mundo parar de comprar as coisas que gostam, jogar celular no lixo, quebrar a TV,  não é isso, só digo pra abrirmos os olhos pra não tornar essas coisas o motivo de nossa existência, pra não perdermos nossa essência apenas focados nesse sistema capitalista.

Sinta a vida, porque ela vai além do que vemos e do que podemos imaginar! 

(Tais Cruz)


quinta-feira, 23 de maio de 2013

Redução da Maioridade Penal - Reduzir ou não?



E então você tá na sua comprando pão na padaria, esperando o ônibus chegar, indo buscar seu filho na escola ou sua esposa no trabalho quando de repente um estouro, um grito e uma queda. Você olha, seu parceiro, seu filho, seu amigo, ou seja lá quem for foi baleado, não dá tempo de salvar, você entra em desespero e aquele a quem você tanto ama morre, e quando você descobre quem matou é um menor de 16 anos.
O que você faria?
Prisão perpétua? Cadeira elétrica? Perdão? Redução da maioridade penal?
Esse é um assunto que gera também muita polêmica. Uns dizem que “aqui se faz, aqui se paga”, você não vai ter a pessoa que sem ter nada haver, morreu em seus braços.
Outros dizem que reduzir a maioridade penal não resolve, pois você precisa trabalhar em cima da causa para diminuir o índice de acontecimentos. 
E aí?
Você perdoa aquele que tirou tudo o que você tinha?
É gente, pimenta nos olhos dos outros é refresco né?!
Já tem aquele ditado que diz “uma pessoa só irá entender o que você está passando quando passar pela mesma situação”.
Quem aqui não se lembra do caso da garota Eloá, morta pelo namorado? Em seguida, se enchem de questões incluindo psicólogos que argumentarão que ele tinha “problemas mentais” e era do tipo “obsessivo compulsivo”, que não sabia o que estava fazendo.
Não sabia? Ou sabia e pouco importava?
Será mesmo que jovens de 16 anos não sabem o que fazem? Quando você tinha 16, você não sabia? E não falo só de menores com baixa infra-estrutura não, criados na favela ou no morro, pois são os primeiros a virem em nossa cabeça e aparecer na televisão.
Merece o perdão? Devemos acreditar no arrependimento dito depois que a tragédia já foi concebida?
Ou Será que devíamos mudar as regras para como o oriente, o qual a família ainda paga a bala para ver o “culpado” sendo morto?
Exterminação em massa?
Acho que no fim das contas só nos resta rezar, pra que Deus nos proteja, livre e salve dessas situações. Amém.

Lorena D. de Mendonça

Momento cultura!

Boa tarde pessoal, que tal voltar um pouquinho no tempo e ouvir um sucesso de uma grande cantora? Estamos falando de Alanis Morissete, dona de uma voz espetacular, onde no vídeo abaixo canta a famosa "Crazy" que nos passa uma mensagem interessante "Nós nunca vamos sobreviver se não formos um pouco loucos", pense nisso. Bora?

                                                                         (Tais Cruz)

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Palavras, e só.

Quem nunca soube de coisas horríveis que andam dizendo por ai sobre você mesmo? Mesmo se foi algo que você não tenha feito? Palavras, tão simples que podem causar um estrago enorme.

Já parou pra pensar como é contraditório - A mesma pessoa que diz que todos nós temos o livre direito de escolha, fala mal de nós pelas costas. A mesma pessoa que diz estar do nosso lado, é a que mais deseja o mal. Coincidência?

Está ai um problema que nós, meros e sensíveis humanos, temos de tomar cuidado - pois nós acreditamos em tudo que ouvimos, acreditamos nas palavras que queremos ouvir, naquelas aconchegantes que parecem música aos ouvidos, e na verdade é a maior falsidade do mundo. 

Para de falar da sua vida por aí, pois afinal isso só atrapalha os planos. Para de tentar corrigir pessoas ignorantes, só perderá seu tempo precioso. Para de acreditar em "contos de fada", eles não existem, infelizmente. Aliás meus caros e minhas caras, espere passar por uma situação ruim pra ver quem realmente está do seu lado, só certifique-se de que não é por conveniência, por favor.

Aprenda que ações valem mais do que palavras, porque palavras, todo mundo fala! E aproveitando esse tema, deixo uma música sobre o mesmo, da musa da MPB, Ana Carolina, falando da língua venenosa das pessoas, reflita! 



(Tais Cruz)

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Vamos pensar um pouco? - Aborto -


Acho que todo mundo já deve alguma vez na vida ter discutido algo como o aborto.  Ser contra ou a favor?
Eu mesma já cansei dessa conversa que gera polêmica, mas não trás solução. Eu acredito que o motivo seja porque não existe uma única solução que confronte isto de modo geral.
A falação é sempre grande. Tem a religião que impede, tem o povo que fala (quem mandou abrir as pernas??), tem o estupro que acontece...  Bem, como diria meu amigo Jack Estripador, vamos por partes ok?
O povo vai sempre falar. S-E-M-P-R-E. E não é só disso não, é de tudo, a gente tá cansado de saber que as pessoas ao invés de meterem o nariz do livro vem enfiando na nossa vida. Acho que isso é algo que deveria ser descartado. Opinião cada um tem a sua, mas as situações são diversas, então é melhor que cada um guarde a sua pra si mesmo né?
A religião diz que não, afinal é uma vida. O povo que segue a religião diz que não, é uma vida.
Concordo. É uma vida que vai nascer e talvez não tenha condição de ser criada, pode ser abandonada, mal tratada, descuidada, abusada, repulsada, passar fome, passar frio, entre N outros fatores.
Você gostaria de nascer para isso?
Também não podemos negar que hoje em dia todo mundo sabe como se faz um filho. Por isso acredito que o trabalho deve ser em cima da prevenção e suas consequências caso isso (a prevenção) não aconteça.  O governo disponibiliza preservativos e pílulas, com um pouquinho de informação e boa vontade se pode evitar muito transtorno, e também acho que devia ser mandado a forca quem sabe disso e não o faz, afinal quem sofrerá será a pequena criatura que vira ao mundo sem ter nada haver com a irresponsabilidade de quem cometeu o ato.
Agora pensemos: E se for uma situação de abuso?
Imaginem a cena, uma mulher grávida através de uma situação traumatizante, de um canalha que a invadiu sem permissão. Aquele filho, aquela criança, lembrança eterna de tudo. E nesse caso ambos sofrerão, mãe e filho. O transtorno, a falta de afeto, de cuidado. Suicídio. Pânico.
E aí?
Há também o caso de mulheres que sofrem risco de vida com suas gravidezes, causadas principalmente por mulheres com pressão alta. Aí na hora do parto, a pressão dela sobe muito, passa mal, está correndo o risco de morrer, tanto ela como o bebê, o médico só conseguirá salvar um. Com quem você ficaria?
Espero ter conseguido fazer vocês pensarem um pouco e analisarem as diversas situações.

Até mais!
Lorena D. de Mendonça

Momento cultura!

Boa tarde pessoal, hoje apresentarei a vocês uma das muitas encantadoras vozes da MPB, que leva o nome de Monique Kessous, já ouviu? Não? Tá esperando o quê?


Já reparou nas pequenas coisas boas da vida hoje?

(Tais Cruz)

segunda-feira, 13 de maio de 2013

E aí vamos viver?

                                               

Sabe quando a gente para pra pensar no tempo que já passou? E conclui: "Caramba, o tempo voa!", então amigos e amigas, que tal falarmos um pouquinho sobre o nosso tempo precioso?

Pare um pouquinho pra pensar como está a sua vida? Já correu atrás dos seus sonhos ou desistiu deles? Já fez aquele curso que tanto queria? Já experimentou antes de falar que não gosta?

Tem gente que reclama da vida o tempo todo, que só fala de doença, que só fala mal da vida das pessoas, que passam uma nuvem de negatividade nos nossos sonhos e nas nossas escolhas. Deixa esse povo pra lá! Isso já é um grande passo, perceba quem realmente está ao seu lado, e só comente sobre seus objetivos quando você tiver alcançado o mesmo, porque tem gente botando olho gordo sabia?

Outro passo importante é tirar um tempo pra cuidar de si próprio, isso vai desde alugar aquele filme, ler aquele livro á fazer uma limpeza de pele, dar um trato no visual. Não tem melhor coisa na vida do que se amar primeiro.

E talvez o passo mais difícil  que a gente demora pra cair a fichinha, é que as melhoras coisas na vida são as mais simples, repara no cheiro de chuva, caminhe na praia, diga 'eu te amo' pra quem você ama, dê presentes criativos, dance, pule, grite, espalhe sorrisos e positividade por onde você passar, e deixe que sua felicidade incomode o povinho de baixo astral, porque isso vai acontecer, experiência própria.

Não aja como tolo, não seja ignorante, e abre essa mente pra novas idéias porque meu caro e minha cara, estamos em 2013 já. E você já tá vivendo ou só tá olhando a sua vida passar? 

(Tais Cruz)


sábado, 11 de maio de 2013

Momento Cultura! - na madrugada...

São exatamente 4:35 da manhã, e eu não poderia deixar de compartilhar um pouco mais de música boa aqui no blog, enfim, todo mundo já ouviu falar em Zizi Possi? Sim? Então, não é dela que falaremos, vamos falar da filha dela - A Luiza Possi, que eu particularmente sou encantada pela voz e musicalidade da cantora, apreciem!

                                     
    'Tempo, tempo, tempo, tempo, 
     Peço-te prazer legitimo e movimento preciso, 
             Tempo, tempo, tempo, tempo...' ♪♫


Tais Cruz

terça-feira, 7 de maio de 2013

Admitir o Fracasso - Martha Medeiros

Vagando na Internet, encontrei este texto muito interessante da autora Martha Medeiros que trata de assunto praticamente nulo e obscuro do nosso dia a dia: O fracasso.
Que tal lermos e pensarmos um pouco a respeito, afinal, quem nunca fracassou?

Eu estava dentro do carro em frente à escola da minha filha,aguardando a aula dela terminar. A rua é bastante congestionada no final da manhã. Foi então que uma mulher chegou e começou a manobrar para estacionar o seu carro numa vaga ainda livre. Reparei que seu carro era grande para o tamanho da vaga, mas, vá saber, talvez ela fosse craque em baliza. 
Tentou entrar de ré, não conseguiu. Tentou de novo, e de novo não conseguiu. E de novo. E de novo. Por pouco não raspou a lataria do carro da frente, e deu umas batidinhas no de trás que eu vi. Não fazia calor, mas ela suava, passava a mão na testa, ou seja, estava entregando a alma para tentar acomodar sua caminhonete numa vaga que, visivelmente, não servia. Ou, se servisse, haveria de deixá-la entalada e com muita dificuldade de sair dali depois. Pensei: como é difícil admitir um fracasso e partir para outra. 
Para quem está de fora, é mais fácil perceber quando uma insistência vai dar em nada – e já não estou falando apenas em estacionar carros em vagas minúsculas, mas em situações variadas em que o “de novo, de novo, de novo” só consegue fazer com que a pessoa perca tempo. Tudo conspira contra, mas a criatura teima na perseguição do seu intento, pois não é do seu feitio fracassar. 
Ora, seria do feitio de quem? 
Todas as nossas iniciativas pressupõem um resultado favorável. Ninguém entra de antemão numa fria: acreditamos que nossas atitudes serão compreendidas, que nosso trabalho trará bom resultado, que nossos esforços serão valorizados. Só que às vezes não são. E nem é por maldade alheia, simplesmente a gente dimensionou mal o tamanho do desafio. Achamos que daríamos conta, e não demos. Tentamos, e não rolou. “De novo!”, ordenamos a nós mesmos – e, ok, até vale insistir um pouquinho. 
Só que nada. Outra vez, e nada. Até quando perseverar? No fundo, intuímos rapidinho que algo não vai dar certo, mas é incômodo reconhecer um fracasso, ainda mais hoje em dia, em que o sucesso anda sendo superfaturado por todo mundo. Só eu vou me dar mal? Nada disso. De novo! 
De-sis-ta. É a melhor coisa que se pode fazer quando não se consegue encaixar um sonho em um lugar determinado. Se nada de positivo vem desse empenho todo, reconheça: você fez uma escolha errada. 
Aprender alemão talvez não seja para sua cachola. Entrar naquela saia vai ser impossível. Seu namorado não vai deixar de ser mulherengo, está no genoma dele. Você irá partir para a oitava tentativa de fertilização? Adote. E em vez de alemão, tente aprender espanhol. Troque a saia apertada por um vestido soltinho. Invista em alguém que enxergue a vida do seu mesmo modo, que tenha afinidades com seu jeito de ser. Admitir um fracasso não é o fim do mundo. É apenas a oportunidade que você se dá de estacionar seu 
carro numa vaga mais fácil e que está logo ali em frente, disponível.


E se a carapuça servir pode vestir!
Lorena D. de Mendonça

segunda-feira, 6 de maio de 2013

Brinquedo, não seja um!

A criaram para ser moldada, e modificada conforme a conveniência. Conforme a conveniência deles, e o que acreditam ser o certo a se fazer, mesmo que isso faça com que outros se machuquem. Poucos, ou ninguém foi capaz de enxergar o que nunca quis ver, que o rótulo que foi feito pra ela usar, não a servira, estava rasgado, porque ela mesma havia agido de formas para que ele se rompesse. Vê tantos erros nas entrelinhas, coisas feitas por fazer, ações motivadas por pessoas de fora do contexto, regras contraditórias e sem sentido, falsidade, inveja, hipocrisia. Mas isso ainda não é o pior. 

A pior parte é ver todas essas atitudes imaturas de pessoas que há muito eram seu 'modelo', seu 'exemplo a ser seguido', pessoas ao seu redor.

Se viu sozinha, não compreendia como a vida funcionava, 'todas as pessoas não são iguais?' Então porque todo esse mal? Todas essas meias verdades? Até que ponto as pessoas são capazes de cumprir o que dizem? 

Essas perguntas a sufocam tanto, que ao ver essa moça de longe tem momentos que sinto pena, a vejo tão transparente e de bom coração quando passa na rua e se comove com um animal abandonado, um mendigo, alguém quando é banalizado ou injustamente julgado, que fica indignada pensando nisso por dias.

A vejo tentando não ser igual a todo mundo, nessa parte de julgar as pessoas pelas características, em se basear em idéias ignorantes, em desrespeitar os direitos humanos. Olho pra ela quando ela olha com desprezo á certas atitudes, sei quando ela está realmente feliz e quando finge. Sei que se sente bem com o diferente, com o raro, porque ela é assim também. 

Vejo-a tentando ver o lado positivo apesar de tanta negatividade, tentando achar sempre o que há de bom pra não perder a esperança, confiando muitas vezes em quem não se deve, e dando de si mais do que pode, se doa facilmente, bicho dócil que é, aparenta ser inatingível, mas é mais frágil do que se pensa. Já a vi apaixonada, já a vi com raiva, mas o que eu gosto é que sempre ela tenta passar por cima dos obstáculos e seguir em frente. 

Ela não é perfeita, ás vezes é muito chata, mal-humorada quando acorda, perfeccionista até demais, gosta das coisas certas ao extremo, acho que antes eu não gostava tanto dela, mas ela amadureceu, e estou amando-a tanto, e deixando-a tomar conta de mim. Hoje nos vemos com muita frequência, todos os dias, quando olho no espelho!'

'Tome cuidado para que você não viva a sua vida pelos outros, não seja um brinquedo das pessoas, seja você!'

(Tais Cruz)

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Molduras Moldáveis da Ironia





Você me diz que eu te manipulei. Que você fez exatamente o que eu queria porque foi manipulado por mim. Você espalhou coisas a meu respeito que não são verdades. Você acredita piamente em ter sido um ventríloquo em minhas mãos. Pobrezinho!
Eu realmente nunca pedi sua opinião não é? Eu nunca perguntei pra você o que você achava e se você concordava. Eu nunca falei pra você escolher pelo menos uma vez o programa do sábado a noite por que eu já estava cansada de fazer tudo sozinha.
Pois é. Pobre criatura!
E o mais incrível: durante todo este tempo, você estava lá. Você não foi embora. Até pra isso eu tive que tomar a atitude por não estar aguentando mais. Até uma porta me daria uma resposta mais positiva do que seus comportamentos robóticos e sem iniciativa.
Sim, a minha personalidade é forte. Aliás está aí algo que você não tinha: personalidade própria. Sempre aceitava tudo, o que eu escolhia estava bom. Nossa como você era bonzinho! Deus, como eu pude ser tão cruel com tão santo ser?
Alguém que sempre teve postura e presença marcante, que sempre me defendeu e que me conhecia como a palma da mão!  Palma da mão tão riscada que mal se podem ver as linhas da vida...
E claro, não posso esquecer-me de mencionar que você sempre esteve lá quando eu precisei e que nunca necessitei carregar você e suas folgas nas costas como se fosse um caramujo que carrega sua casa, e que isso nunca me fez adoecer, afinal você sempre foi tão responsável e preocupado, meu completo oposto obviamente.
É, mas o tempo passou. Mostrou quem era quem. E você, claro, um pobre coitado testado e usurpado como um rato na caixa de Skinner...
É, um rato...
Acho que combina com você.

E se a carapuça servir, pode vestir!
Lorena D. de Mendonça

quinta-feira, 2 de maio de 2013

Momento Cultura!

Depois desse feriado doido no meio da semana, que deixou a Quarta com cara de Domingo e atrapalhou o nosso cronograma semanal, nada melhor do que aproveitar o 'momento cultura' pra viajar um pouquinho no tempo! Alguém já ouviu falar de Scorpions? Pois é, aquela banda antiga que meu pai ouvia na época dele, mas é que vale a pena conferir, porque os caras são realmente bons! 


' Dust in the wind...' 


Tais Cruz