Eu sei que é o nosso segundo encontro,mas veja bem,eu te amo,é eu amo você,amo tudo em
você e poderia (reciclar poemas e versos que eu fiz para outras N mulheres) declamar
poemas sobre você pela eternidade,exaltando sua perfeição!
Mas eu me amo demais para fazer isso,sabe,eu descobri que no final eu tenho que me dar
mais valor,na última pesquisa eu não estava valendo nem R$0,25,mas isso é proposital,eu
sou assim mesmo,maior abandonado,eterno cafajeste romântico,amor cara de pau
mesmo,desses de botequim,fim de noite,eu sou o fim de carreira....
Mas eu nego as verdades da vida,quer dizer,as verdades das vida alheia,não me importa se
você está feliz,pois para mim você sempre estará triste e perdida,sabe por quê? Por quê você me
ama e não consegue esquecer,me perdeu e isso meu bem significa perder tudo,perder o
jogo,o amor eterno e o doce que a minha mamãe coloca com todo amor e carinho na minha
lancheirinha quando eu saio para trabalhar.
Juro de pés juntos a mim mesmo que você me segue,que você é louca, sempre me
perseguindo,me espreitando,eu sou predador,mas sou presa fácil,me desmancho (nas
muquetas de outro macho) em seus abraços e você mulher adultera me persegue e vive
perseguindo a minha felicidade,oh que maldade,que tristeza a minha que consegue ser pior
que a do Jéca...
Sou confuso sim,sou assim meio "aborrecente" desse quase entorpecentes que de tão ruins
deveriam ser proibidos de ser vendidos,sabe, bem ilegal,quase boçal,ai meus sais,pena que
eu sou um menininho que ousar amar uma mulher (ou várias sobre o mesmo pretexto),por quê
seu fosse mocinha eu tava feita,poderia ter minhas crises e seria complicada e perfeitinha,ai
minhas ninfas da chuva,eu deveria ter sido donzela...
E se a carapuça servir, pode vestir!
Texto enviado por Tiago Fabrício.
Lorena D. de Mendonça




