segunda-feira, 29 de abril de 2013

Maior abandonado (Pobrezinho!)


Eu sei que é o nosso segundo encontro,mas veja bem,eu te amo,é eu amo você,amo tudo em 

você e poderia (reciclar poemas e versos que eu fiz para outras N mulheres) declamar 

poemas sobre você pela eternidade,exaltando sua perfeição!


Mas eu me amo demais para fazer isso,sabe,eu descobri que no final eu tenho que me dar 

mais valor,na última pesquisa eu não estava valendo nem R$0,25,mas isso é proposital,eu 

sou assim mesmo,maior abandonado,eterno cafajeste romântico,amor cara de pau 

mesmo,desses de botequim,fim de noite,eu sou o fim de carreira....


Mas eu nego as verdades da vida,quer dizer,as verdades das vida alheia,não me importa se 

você está feliz,pois para mim você sempre estará triste e perdida,sabe por quê? Por quê você me 

ama e não consegue esquecer,me perdeu e isso meu bem significa perder tudo,perder o 

jogo,o amor eterno e o doce que a minha mamãe coloca com todo amor e carinho na minha 

lancheirinha quando eu saio para trabalhar.


Juro de pés juntos a mim mesmo que você me segue,que você é louca, sempre me 

perseguindo,me espreitando,eu sou predador,mas sou presa fácil,me desmancho (nas 

muquetas de outro macho) em seus abraços e você mulher adultera me persegue e vive 

perseguindo a minha felicidade,oh que maldade,que tristeza a minha que consegue ser pior 

que a do Jéca...


Sou confuso sim,sou assim meio "aborrecente" desse quase entorpecentes que de tão ruins 

deveriam ser proibidos de ser vendidos,sabe, bem ilegal,quase boçal,ai meus sais,pena que 

eu sou um menininho que ousar amar uma mulher (ou várias sobre o mesmo pretexto),por quê 

seu fosse mocinha eu tava feita,poderia ter minhas crises e seria complicada e perfeitinha,ai 

minhas ninfas da chuva,eu deveria ter sido donzela...

E se a carapuça servir, pode vestir!




Texto enviado por Tiago Fabrício.
Lorena D. de Mendonça

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