Como a maioria já sabe,
o telefone sem fio é uma brincadeira a qual se faz uma roda e uma das pessoas é
escolhida para falar uma frase no ouvido da que está ao seu lado e assim vai
acontecendo sucessivamente até chegar à última pessoa da roda que deverá dizer
em voz alta o que foi dito pela primeira, que claro, 99,9% das vezes não é
aquilo que a pessoa disse.
Em nossas vidas também
acontece muito isso, só que diferente da brincadeira, não terminando em risos
no final. Todo mundo já conhece o ditado “quem conta um conto, aumenta um ponto”
certo?
Então meus caros, para
mim, essa história de telefone sem fio não passa de uma única coisa a meu ver:
FOFOCA!
Exatamente. Fofoca nua,
crua e descabida de quem ouviu algo e repassou e aí pode gerar uma imensa
confusão DESNECESSÁRIA.
Como todo mundo sabe as
histórias tem sempre dois lados e todo daquele que ouve e já acredita em uma
única versão. Com certeza isso é muito mais comum do que se imagina, e aí a
gente não sabe quem é mais infeliz: se é o tolo que contou ou o que acreditou.
Fala sério, pra que
ficar igual criança falando “O fulaaaaaaaaaaaano, o beltrano falou X de vocêêêê”.
Tá, e daí? Tá certo que a pessoa tem o direito de ter a opinião dela e não
precisa sair soprando aos sete ventos, mas pior você que quer dar uma de amigo
e acaba fazendo o ridículo papel de FOFOQUEIRO.
Se você é amigo de
verdade, pra que contar isso pra ele? O que mudará isso na vida dele? Faz bem
para ele saber?
Francamente né gente?!
Aí fica aquele leva e trás descabido, e às vezes nem foi isso que o coitado do
fulano disse, e se disse ele deve ter os motivos dele! Você sabe quais são?
Aliás, independente
disso, essa história de telefone sem fio só serve pra causar discórdia.
Se for pra repassar, que
sejam coisas boas, agora fica nessa fofoquinha, nessa vida estilo malhação que
pelo amor do meu paizinho NINGUÉM MERECE!
E se a carapuça servir
pode vestir!
Agora vê se para de
falar da vida dos outros e vai ler um livro!
Fui
Lorena D. de Mendonça


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